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As marcas e os ensinamentos deixados pela pandemia são relembrados pela diretoria

Sempre com muita ponderação e agradecidos ao corpo associativo é que os diretores da ASPA se manifestam de forma solidária aos que foram atingidos pela pandemia. Para eles, foi um tempo de aprendizado e de mudança de hábitos.

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Foi em meio a pandemia que a ASPA criou um projeto de revitalização da sua sede social

Estamos nos aproximando do dia 29 de maio, data que marca mais um aniversário de fundação da nossa associação. “Imaginar que a nossa ASPA chegaria aos 62 anos de idade, nem pensar. A mão divina nos deu a direção e ainda que os caminhos, as vezes fossem de percalços, nunca nos faltou a disposição, o entusiasmo e a certeza de que alcançaríamos os nossos objetivos”, diz o presidente Adilson Custódio, olhando para o tempo e relembrando algumas situações que pontuam a grandiosidade da entidade.

Ele afirma estar convicto do empenho dos antigos presidentes e admira a tenacidade de cada um deles, cada qual importante na sua época. “Hoje, o fato de estar na presidência me leva a reconhecer que o cargo nos dá poder e ao mesmo tempo peso e responsabilidade, mas nem por isso, nos intimidamos. O apoio dos diretores é o motor a nos dar energia permanente, proporcionando segurança ao nosso trabalho e a garantia de bons resultados”, assegura.

Nestes oito anos de presidência, o dirigente reafirma que muitos foram os caminhos andados e ainda que fossem colocados à frente da diretoria dois períodos distintos: tecnologia e pandemia, ambos, ensinaram rotas nunca caminhadas o que sempre motivou “a sermos pacientes e termos um entendimento mais claro sobre alternativas para administrarmos a associação”.

O tempo foi passando e as diretorias se renovando, mas sempre com um perfil de apego e carinho para com a ASPA

Para a comunidade em geral foi sacrificante o período de sofrimento que caiu sobre o mundo, mas a experiência adquirida – diz ele – nos leva a pensar diferente: “Ela nos ensinou e nos moldou a convivência com várias situações, uma delas de olharmos com mais carinho para o próximo, de sermos mais iguais uns aos outros e sabermos dosar a velocidade com que buscamos ter as coisas. É então no sacrifício que damos valor as conquistas”, justifica.

Seu ponto de vista coincide com outras análises A retomada pós pandemia nos levou a compreender que as lições tinham sentido, abrindo nossos olhos para o futuro e que ele só poderia ser capaz de acontecer se houvesse de fato as mudanças comportamentais de nós seres humanos. Daí o desejo da interação entre instituição, associados, colaboradores e parceiros. Uma interpretação mais simplória seria o mesmo que dizer – todos no mesmo barco, navegando com os mesmos objetivos”.

A contagem regressiva

É neste ponto que o presidente da ASPA reconhece que as redes sociais trouxeram inspiração, fazendo crer nessa possibilidade de conquistas e humanização, pois através delas (redes sociais) que as pessoas se interagem e se tornam mais fortes. “Assim, também temos que fazer: através da união alcançarmos uma única voz de respeito aos princípios éticos em busca da consolidação dos nossos ideais. A existência da ASPA a nós todos é um conforto e esse tempo de 62 anos nos leva a reflexão sobre o que ela representa aos servidores públicos federais, estaduais e municipais. Daí o nosso respeito e admiração aos nossos sócios”, completa.