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Talvez tenhamos alcançado o limite de não conceder reajuste, diz secretário de Guedes

De acordo com Esteves Colnago, a despesa com pessoal deve representar 3,52% do PIB em 2022, menor patamar para essa despesa desde 2013

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Esteves Colnago voltou a defender o avanço no debate de uma reforma administrativa (Foto: Cesar Itiberê/PR)

O secretário Especial do Tesouro e Orçamento Brasil, Esteves Colnago, afirmou que controle da despesa de pessoal feito pelo congelamento de reajuste salarial para servidores está “chegando no limite”. Nessa linha, ele voltou a defender o avanço no debate de uma reforma administrativa.

O número dois da equipe econômica participou nesta quarta-feira (8) de audiência pública da Comissão Mista de Orçamento (CMO) no Congresso Nacional. A sessão teve por objetivo esclarecer pontos da Proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2023.

 “A gente não consegue segurar por muito mais tempo ou talvez já tenhamos alcançado o limite de não conceder mais reajuste. Precisamos efetivamente discutir o que seria uma reforma administrativa para poder caminhar com essa despesa”, argumentou.

De acordo com ele, a despesa com pessoal deve representar 3,52% do PIB em 2022, menor patamar para essa despesa desde 2013.